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A importância da comunicação médica paciente no contexto do paciente oncológico: revisão de literatura

A importância da comunicação médica paciente no contexto do paciente oncológico: revisão de literatura

Autores: MARQUES, Antoniel Cardoso, SOUSA, Bruce Bezerra Carvalho, JUNIOR, Francisco das Chagas Silva Serejo

Orientadores: Msc. Francisco das Chagas Candeira Mendes Junior

Palavras-chave: Humanização, Oncologia, Medicina

Tipo: TCC

Produzido em: 2021

Resumo

O atendimento ao paciente oncológico é um grande desafio para as equipes de saúde visto a grande correlação existente entre o diagnóstico confirmado e as ideias de terminalidade que cercam os pacientes a serem tratados. Tendo como objetivo relacionar a comunicação médico paciente como parte das condutas de humanização. Nesse contexto, o artigo se propõe através de uma revisão simples de literatura, no qual, analisou a importância de aspectos relacionados a práticas de humanização, com ênfase as medidas de aproximação e comunicação efetiva entre médicos e pacientes oncológicos, como parte da terapêutica adotada. Diante disso, o olhar diferenciado, individual e multifocal quanto ao paciente oncológico, transforma as relações medica e pacientes com parte da terapêutica influenciando diretamente no percurso do tratamento. Portanto, é de suma importância que o médico deva se esforçar, todos os dias, para que possa haver o estreitamento do vínculo com seus pacientes, não apenas no âmbito do diagnóstico das doenças em si, ou de sua respectiva especialidade, mas também de observar a pessoa como um todo.
Palavras




A Incidência de sífilis gestacional no estado do Piauí no período de 2014 a 2018

A Incidência de sífilis gestacional no estado do Piauí no período de 2014 a 2018

Autores: PINHO, Alvaro Martins, MARTINS, Luis Felipe Nunes, ARAUJO, Rhuan Alves de

Orientadores: Joyce Pinho Bezerra

Palavras-chave: Sífilis gestacional, Pré-natal, Incidência

Tipo: TCC

Produzido em: 2021

Resumo

O presente estudo tem como objetivo delinear o perfil epidemiológico dos casos de sífilis gestacional no estado do Piauí no período de 2014 a 2018. Trata-se de um estudo transversal, descritivo, retrospectivo com abordagem quantitativa. Os dados do DATASUS obtidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Foram coletados dados referentes número de casos, faixa etária, escolaridade, raça, classificação clínica, idade gestacional no estado do Piauí no período de 2014 a 2018. Identificaram-se 1954 casos de sífilis gestacional, sendo as maiores prevalências em mulheres com a faixa etária entre 20 -30 anos (49,13%), pardas (85%) e com baixa escolaridade (38,79%). Apresentou-se maior frequência do diagnóstico no terceiro trimestre, com maior prevalência de sífilis latente. Portanto, o trabalho mostra a importância da identificação da sífilis gestacional para contribuir com medidas de uma estratégia de prevenção, implementação de politicas públicas, planejamento de intervenção adequado e tratamento correto e satisfatório




A utilização de altas doses de vitamina D como alternativa para tratamento de pacientes com Psoríase: revisão sistemática de literatura

A utilização de altas doses de vitamina D como alternativa para tratamento de pacientes com Psoríase: revisão sistemática de literatura

Autores: MOURA FÉ, Rodrigo Campelo

Orientadores: Msc. Francisco das Chagas Candeira Mendes Junior

Palavras-chave: Psoríase, Doença Autoimune, Vitamina D, imunoregulador

Tipo: TCC

Produzido em: 2019

Resumo

A psoríase é uma doença autoimune que acarreta a seus portadores uma grande variedade de impactos biopsicossociais que em muitos casos levam a comportamentos de isolamento e declínio funcional. Os tratamentos para essa patologia envolvem na maioria das vezes corticoides e imunomoduladores que levam a repercussões sistêmicas, além da dificuldade de acesso. A utilização de vitamina D como regulador do sistema imune e na liberação de citocinas inflamatórias tem se mostrado uma alternativa eficiente na abordagem aos pacientes com psoríase .O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão sistemática de literatura sobre a utilização de altas doses de Vitamina D como alternativa para tratamento de paciente com psoríase. Trata-se de um trabalho de revisão sistemática de literatura onde serão utilizados artigos publicados entre os anos de 2000 a 2018 nas bases de dados Google acadêmico, Scielo e Pubmed, utilizando como descritores psoríase, vitamina D e doenças autoimunes publicados em português e inglês. Serão utilizados como critérios de inclusão artigos que associem a Vitamina D em altas doses com tratamento de doenças autoimunes incluindo a psoríase e como critérios de exclusão artigos fora das datas descritas, em idiomas que não sejam português e inglês, bem como a utilização de Vitamina D para outras finalidades que não seja ligada a imunidade.
Concluiu-se que a utilização de altas doses de vitamina D pode ser uma alternativa eficiente e acessível para o tratamento sintomatológico desta patologia, visto que funciona como um imunoregulador, que inibe a resposta imunológica responsável por provocar o ataque autoimune.




A violência obstétrica na percepção de gestantes

A violência obstétrica na percepção de gestantes

Autores: NOGUEIRA, Jackeline Dias Cunha, CASTRO, Luana Cristina Farias, LINHARES, Rebeca Coêlho

Orientadores: Mauro Mendes Pinheiro Machado

Palavras-chave: Cuidado pré-natal, Educação em saúde, Obstetrícia, Piauí, Violência

Tipo: TCC

Produzido em: 2019

Resumo

A violência obstétrica constitui-se, segundo o Ministério da Saúde, como toda e qualquer agressão física, psicológica, verbal, simbólica e/ou sexual, incluindo ainda, ações de negligência, discriminação e/ou condutas excessivas ou desnecessárias ou desaconselhadas, muitas vezes prejudiciais, sem embasamento em evidências científicas, que acometem no momento da gestação, parto, nascimento, pós-parto e no atendimento ao abortamento, sendo um problema relevante na saúde pública nacional. Nesse sentido, este estudo tem por finalidade avaliar a percepção das gestantes acerca da violência obstétrica. Trata-se de um ensaio comunitário, de caráter quali-quantitativo, com uma proposta de intervenção educacional, em uma amostra composta por gestantes cadastradas no pré-natal da Unidade básica de Saúde Mendonça Clark de Parnaíba – PI. O estudo foi dividido em 4 (quatro) encontros durante o mês de março de 2019, nas quais as gestantes foram submetidas a diferentes formas de metodologias ativas de aprendizado, seguidos de aplicação de entrevistas semiestruturadas, antes e depois do processo de intervenção, afim de avaliar o conhecimento acerca da violência obstétrica. A análise subjetiva da entrevista semiestruturada realizada previamente à primeira intervenção, notou-se que 45,45% das gestantes não possuíam conhecimentos prévios acerca da violência obstétrica. Nesse contexto, 18,18% das gestantes relataram terem sido vítimas de violência obstétrica e apenas 01 (uma) gestante sabia quais eram os direitos das vítimas, questionando a qualidade sobre o tema da violência obstétrica na assistência no pré-natal. Após submetidas às intervenções, 50% das gestantes relataram sofrer algum tipo dessas agressões. Observou-se, ainda, que 100% das gestantes compreenderam o contexto da pesquisa e da violência obstétrica e todas as participantes relataram que se sentiram orientadas sobre violência obstétrica, comprovando que as intervenções baseadas em metodologias ativas foram eficazes no processo de ensino aprendizagem. As análises das entrevistas foram baseadas no método de estudo de Bardin. Este estudo evidenciou que o conhecimento das gestantes acerca da violência obstétrica ainda é escasso e que muitas destas ações não são compreendidas pelas usuárias como violentas, tornando as pacientes vulneráveis a tais situações. Em contrapartida, constatou-se o impacto positivo das metodologias ativas no aprendizado das participantes, facilitando o conhecimento sobre o tema e contribuindo no processo do autocuidado.




Acesso ao diagnóstico e tratamento de câncer de mama no estado do Piauí: uma revisão de literatura

Acesso ao diagnóstico e tratamento de câncer de mama no estado do Piauí: uma revisão de literatura

Autores: ARAGÃO, Rafael Mesquita Mororó, LIMA, Jelson Rui Piauilino

Orientadores: Prof. Carlos da Cunha Oliveira Júnior

Palavras-chave: Tratamento, Piauí, Câncer de mama, Acesso aos serviços de saúde, Sobrevida

Tipo: TCC

Produzido em: 2021

Resumo

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor, tem uma incidência que constitui uma pandemia global, atingindo países desenvolvidos e em desenvolvimento, mais incidente na população feminina mundial e brasileira. a radioterapia (RT) é parte integrante do tratamento adjuvante para a maioria dos pacientes, independentemente do tipo de cirurgia realizada, produzindo benefícios no controle local e sobrevida. O número expressivo da mortalidade dessa doença não se dá apenas pela sua alta incidência, mas também ao fato de que grande parte dos casos são descobertos tardiamente. O Art. 3° da portaria 876, que especificava o início do tratamento no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for firmado o diagnóstico em laudo patológico. No Estado do Piauí, a maioria das mulheres com diagnóstico de câncer de mama, está iniciando o tratamento com um atraso de mais de sessenta dias após o diagnóstico. Dessa forma, um maior percentual de mulheres diagnosticadas em estádios mais avançados, concluindo que existe uma desarticulação da rede de atenção oncológica no Estado do Piauí. O objetivo dessa revisão de literatura é fazer uma análise sobre o acesso ao diagnóstico e tratamento da doença no Piauí, comparando com outros dados no Nordeste. Foram utilizados para pesquisa as plataformas Google Acadêmico, Scielo, MEDLINE, PubMed e INCA. Os descritores utilizados foram o câncer de mama, a sobrevida e o tratamento. Os artigos analisados eram em língua portuguesa e aqueles que fornecessem dados sobre Piauí e Nordeste eram selecionados. Foram encontrados 04 artigos de 2013 a 2019, mostrando a escassez na literatura de pesquisas envolvendo o Piauí. Os resultados mostram que o número significativo de mortalidades por essa doença não se deve apenas à sua alta incidência, mas também ao fato da maioria dos casos serem descobertos tardiamente. No estado do Piauí, a maioria das mulheres com diagnóstico de câncer de mama inicia o tratamento com atraso de mais de sessenta dias após o diagnóstico. Assim, um maior percentual de mulheres é diagnosticado em estágios mais avançados, concluindo que ainda há uma desarticulação da rede de atenção oncológica no Estado do Piauí.